sábado, 29 de outubro de 2011

O PUXA-SACO (TOME CUIDADO!)



Em toda empresa: ele está lá!



Figurinha carimbada em todo lugar onde existe poder, o Puxa-Saco merece sua atenção.

Se você conhece alguém assim: olho nele (ou nela).

Nem sempre os puxa-sacos são “figuras folclóricas inofensivas".

Algumas vezes eles podem ser bastante perigosos...

A história da humanidade está cheia de puxa-sacos.

Eles são parasitas que florescem à sombra de quem tem poder.

O verdadeiro puxa-saco é um camaleão, que se adapta imediatamente a qualquer troca de chefe.

Tem até uma frase reveladora:


“Chefe, sem querer ser puxa-saco, até porque você não precisa disso...”

Existem dois tipos de puxa-saco:

1 – O que precisa de segurança

É meio incompetente e meio pegajoso, mas é mais folclórico do que perigoso. O importante para ele é o curto prazo. Não tem ambição. Quer manter o emprego.


2 – O que usa a bajulação para subir na empresa

É mais sutil. É competente no trabalho. Pede a opinião do chefe quando não precisa dela, apenas para agradar e aparecer. Aproveita a proximidade com o chefe para prejudicar os colegas que podem ameaçar sua posição de puxa-saco número 1.


O Puxa-Saco é também conhecido como “bajulador”.

Em latim bajulus significava carregador.

Durante séculos, esse foi o nome dado ao empregado que retirava as mercadorias dos navios e as transportava nas costas, para os armazéns do porto. Ou vice-versa.

No Brasil, no início do Século XX, como a maioria das mercadorias vinha dos portos acondicionada em sacas, surgiu uma expressão mais popular para a tarefa: puxar sacos.

Portanto, bajulador e puxa-saco são termos positivos, que designam um trabalhador bastante esforçado.

Foi só uma questão de tempo para que bajular e puxar saco ganhassem a conotação pejorativa de esforçar-se até o limite extremo só para fazer a felicidade do patrão.

Hoje, nas empresas, o esforço físico dos puxa-sacos foi substituído pela nobre arte de elogiar o chefe.

É verdade que o puxa-saco é um ser desprezível, mas, não se deve subestimá-lo.

Assim como o bajulador que mais puxava sacos era o que mais caía nas graças do patrão, também o puxa-saco de hoje consegue com sua conversa fiada o que bons funcionários não conseguem com sua competência.
                                                                                          Retirado do Livro Emprego de A a Z de Max Gehringer, Editora Globo

Para quem gostou do tema, sugiro assistir o filminho abaixo


O Puxa-Saco

Acreditem: é maravilhoso!
Para dar boas risadas e compreender melhor esse tema.
Até a próxima, Pessoal!!!!!

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